De olho no Worlds 2018 #3: Kaos Latin Gamers – a "chance" Sul-Americana no Mundial

A Kaos Latin Gamers (KLG) vem a missão de representar o servidor do sul da América Latina no Worlds 2018, sendo a equipe que venceu os dois splits da CLS e participou dos dois eventos internacionais mais importantes até agora, o Mid-Season Invitational (MSI) e o Rift Rivals.

A KLG entrou na Fase de Entrada do Mundial após conquistar o segundo split da CLS depois de uma excelente campanha, tendo um aproveitamento de 86% na primeira etapa do torneio, com apenas 3 derrotas de 21 séries disputadas, e duas vitorias no mata-mata, sendo elas contra Furious GamingRebirth eSports.

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KLG durante a Copa Latinoámerica Sur (Foto: Divulgação/Riot Games)

Um dos destaques da equipe é o jungler Sebastían “Tierwulf” Mateluma, que está na equipe chilena desde 2016, quando deixou a brasileira Big Gods. Tierwulf conseguiu fazer sua melhor partida do ano na segunda rodada do último split da CLS, contra a Evilvice Esports, tendo participado de 9 das 12 eliminações da equipe na partida e realizado um penta kill no final da mesma.

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O mid laner Plugo é um dos jogadores mais antigos da equipe, e com certeza a função de transmitir confiança para os novatos fica por conta dele (Foto: Divulgação/Riot Games)

O novato do time é o top laner Damian “Nate” Rea. Calouro no cenário competitivo, o argentino chegou com tudo no primeiro split, e ficou bastante conhecido no servidor pelo seu pick de Gangplank. Já em seu primeiro ano, o jogador tem a missão de colocar o seu time na Fase de Grupos do Mundial, e é claro, representar bem a sua região.

Nate inclusive chegou a aparecer no The Penta, com uma jogada absurda de Sion, “combando” com o Ryze de Plugo e dando um stun para Flix finalizar a play um triple kill. A jogada ocupa a quinta posição dentre as cinco escolhidas, confira:

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A KLG vem para Worlds buscando superar as falhas campanhas da CLS nas competições anteriores. A equipe está no Grupo D da Fase de Entrada, ao lado de Gambit Esports (Rússia) e G-Rex (Taiwan), ou seja, não será nada fácil.


O texto faz parte da série “De olho no Worlds 2018”, leia mais:

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