Legítimo Rei: Crítica

A história de heroísmo do Rei Robert de Bruce da Escócia é contada neste novo longa da Netflix.

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Filmes históricos são um gênero muito querido e usado no cinema desde seus primórdios nos anos 20 e 30, e agora a Netflix apresenta mais um filme sobre o Coração Valente… mas o verdadeiro, historicamente falando. Legítimo Rei é baseado na história real de Robert de Bruce, ou também conhecido como Robert I, rei escocês que liderou seu povo nas Guerras de Independência contra a Inglaterra.Legítimo Rei foto 1

CORAÇÃO VALENTE 2?

Não,  Legítimo Rei não tem nada a ver diretamente com o filme da década de 90 do Mel Gibson além do tema, filme esse que é um dos mais historicamente errado já feito e é o que não vemos aqui. A preocupação histórica é evidente na construção visual que a Netflix trouxe para esse longa, e inclusive acho que parte da experiência em outras obras históricas desse serviço de streaming foi aplicado nesse longa metragem, que é o primeiro longa que o diretor David Mackenzie faz com a Netflix. Esse novo filme acerta muito na ambientação, figurino e na adaptação dos fatos para o enredo e roteiro, o que trás bem a história para o espectador. Além disso a escolha de elenco foi assertiva e Chris Pine (Robert de Bruce), Florence Pugh (Elizabeth de Burgh), Aaron Johnson (James Douglas), Stephen Dillane ( Eduardo I da Inglaterra) e James Cosmo (Robert de Brus) entregam interpretação incríveis para seus personagens, sendo eles o ponto alto do filme.

ENTÃO…?

O filme em si é bom, o roteiro funciona muito bem, a atuação é o melhor do filme, MAS Legítimo Rei é um daqueles filmes que depois que você assiste, para e pensa “céus, isso podia ser uma série foda!”. Apesar dos pontos fortes, o recorte temporal que escolheram para o filme acontecer tem muita coisa interessante que acaba ficando de lado pelo início atropelado do filme. Para começar que o início já é a queda do Willian Wallace depois da Batalha de Falkirk e o juramento dos lordes escoceses à Eduardo I (isso não é spoiler, é história crianças) e desse ponto para o Robert de Bruce voltar a se insurgir é muito rápido. Inclusive as cenas de ação são rápidas e com pouco peso emocional e tensão pela trama do filme. Se os atores não fossem excepcionais, muito provavelmente a estória perderia muita força, e o filme seria arrastado.

No mais é um filme bom, recomendo para quem gosta do gênero histórico, inclusive do gênero medieval. Fica 07/10 na escala de qualidade Multiverso+.

E você? O que achou desse longa sobre o verdadeiro Coração Valente da Escócia? Deixe nos comentários sua opinião e siga o Multiverso+ nas redes sociais.

1 comentário em “Legítimo Rei: Crítica”

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