LoL: Em entrevista, Aoshi afirma incerteza sobre o seu futuro como jogador profissional

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Na segunda semana da Superliga ABCDE 2018, a Operation Kino teve que partir para o improviso: Gabriel Juzinho“, que antes era o suporte titular, não apareceu para partida e tivemos a aparição de Pedro “Gafone“, técnico da equipe, no seu lugar.

A OPK acabou perdendo de 2-0 para a paiN Gaming no dito momento e a situação só piorou com o pedido de afastamento do jogador, que alegou problemas pessoais e não-encaixe na equipe, que segue com o Gafone como “tapa buraco” na rota inferior. Na última semana, o time de Matheus “Freire” voltou a perdeu, dessa vez para a Team oNe, que afundou as chances de classificação dos Kinistas.

Multiverso+ entrevistou Franklin “Aoshi” Coutinho após as partidas e o jogador confirmou que as últimas semanas tem sido difíceis, afirmando que pode deixar o cenário competitivo em 2019. Confira:


M+: Perante os acontecimentos recentes, como foi essa última semana conturbada da OPK?

Aoshi: A Superliga veio para cobrir um espaço que não era ocupado desde ano passado e as equipes usam para fazer seus testes. Aqui na OPK foi isso, estamos fazendo testes e ao mesmo tempo tivemos alguns problemas, mas continuamos testando e é obvio que o objetivo era ganhar o campeonato, só que a gente já viu que esse passo tá meio distante agora, acho que matematicamente não podemos mais passar da fase de grupos.

Vamos continuar testando, ver o que achamos para ano que vem.

Você pensa em continuar na equipe mesmo jogando o Desafiante? Quais são seus planos para 2019?

AoshiVeremos. Isso é uma coisa a ser resolvida ainda. Nem sei se vou continuar jogando, se vou tomar outros caminhos, ainda estou pensando um pouco no que vou fazer. Tenho uns problemas pessoais que estou para resolver mas que estou adiando por alguns anos.

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Aoshi deixa o futuro em aberto para 2019 e pode parar de jogar em breve (Foto: Riot Games)

Com relação ao primeiro jogo da última série, vocês fizeram uma ótima partida com seu pick de Kennen, uma escolha bem diferente nesse meta, seguido de um Vel’koz, que deu bastante trabalho na bot lane. Como você avalia essa série?

AoshiO Kennen é uma resposta boa para Lissandra, não pela lane phase, já que ela sempre tem o push, a pressão de rotação, mas sim pelo poder de team fight, ele [Kennen] é uma resposta boa, já que consegue dar o counter-engage. Para aquele jogo, nós optamos em ter uma luta mais forte.

O Vel’Koz é um pick de conforto do Ziriguidun, ele gosta de jogar com o campeão. Fizemos uns testes nos treinos, deu certo, e resolvemos aplicar aqui.

Como tá sendo jogar com o Gafone de suporte sendo que ele é, na verdade, o técnico de vocês? Ele tá auxiliando na comunicação ou dando mais liberdade para o time?

AoshiEu já joguei com o Gafone antes na época da CNB, até ganhamos um campeonato. Ele tá meio que dividido né, é um problema dessa fase que estamos enfrentando agora e que ele não consegue fazer o trabalho de coach e de player, o que eu acho meio impossível fazer, não dá pra realizar ambas as funções de forma correta ao mesmo tempo.

Estamos meio que “nos virando” sem coach, o Gafone até tenta fazer o dele, mas não tem conseguindo dar o seu 100%.


Entrevista: Max Alexandre

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