LoL: Krastyel comenta série da Redemption contra INTZ e fala sobre a evolução da equipe desde o Circuitão

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Campeã da última etapa do Circuito Desafiante, a Redemption W7M tropeçou contra a INTZ e-Sports na 3ª semana da Superliga ABCDE 2018. O time soma seis pontos na tabela, enquanto a rival foi a nove e segue invicta na disputa, assim como a paiN Gaming, que além de vencer todas as séries até aqui, não perdeu um jogo sequer, e será adversária da RDP na sexta-feira (1).

Logo após o término das partidas, o Multiverso+ entrevistou Marcos “Krastyel” Ferraz, que vem sendo um dos maiores destaques da Redemption desde o Circuitão. Para ele, a sua equipe “saiu à frente nos dois jogos da série, mas não soube executar o mid game, comprando lutas que não devia e caindo no jogo proposto pela INTZ“.

Perguntamos ao jogador qual a opinião dele com relação ao desempenho que a Redemption vem apresentando desde o Circuito Desafiante. Respondendo o questionamento, Krastyel começou falando que o time teve uma grande evolução durante a passagem pelo Circuitão, e mencionou que após a conquista do título, os jogadores tiraram umas férias e voltaram só agora.

A tendência é continuar evoluindo sempre e manter o foco para que isso dê certo. Precisamos resgatar o foco que tínhamos antes e só questão de tempo para voltarmos a brilhar de novo“, completou o jogador.

No último split, a Redemption fechou uma parceria com a INTZ e passou a treinar junto ao time principal da organização, além de usar de toda a estrutura proporcionada pela parceira. O acordo chegou ao fim com o término do Desafiante e essa foi a primeira vez que as ex-irmãs se encontraram no Rift. 

Para Krastyel, as equipes se conhecerem não fez muita diferença no confronto. “Desde o Circuitão nós temos o plano de mudar o jeito de jogar a cada semana, só que dessa vez não deu certo. Eu acredito que a derrota tenha sido menos mérito deles e mais demérito nosso“.

Fechamos a entrevista perguntando ao Krastyel como ele avalia o seu desempenho no momento atual da sua carreira. O jogador admitiu não se importar com isso e afirmou que ele tem que ser o ideal para o seu time: “Se eu sou o melhor pra eles, isso basta“.

Se por acaso um dia eu me tornar top 3 ou 4 do país, será apenas consequência disso“, concluiu.


Entrevista: Max Alexandre

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