LoL: Dionrray diz ser muito benéfica a troca de experiência com o Utama e que os times ainda estão meio “perdidos” por jogarem no patch 8.23

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Em novembro deste ano a Pro Gaming anunciou a contratação do norueguês Kristoffer “Utama” Renè como o Head Coach da equipe. Utama, que teve passagens por equipes como Natus Vincere e Royal Bandits, chega para trabalhar juntamente com João “Dionrray” Barbosa e staff em busca de um bom desempenho no CBLoL 2019.

Com a última semana da Superliga ABCDE em vista, conversamos com Dionrray sobre o a campanha da Pro Gaming até aqui, que agora depende somente de si mesma para garantir sua vaga nos playoffs e como está sendo trabalhar com um técnico estrangeiro, que traz visões e estratégias diferentes para a equipe. Confira:


Multiverso+: A Pro Gaming só precisa de si mesma para garantir a classificação para os playoffs. O que você tem a dizer sobre o desempenho da equipe até aqui?

Dionrray: Fico feliz que a gente esteja nessa posição, é bem ruim chegar na última rodada dependendo de resultados. O que aconteceu na fase de grupo era o planejado, que teríamos uma série complicada contra a Keyd e teríamos que buscar um resultado positivo contra todos os outros times. Então até agora o saldo tá sendo positivo.

Com a saída do Minerva quem assume a posição de Jungler da ProGaming é o Lima, que vem tendo bom destaque na Superliga e deve ser o titular para o CBLOL. Como está sendo a adaptação dele na equipe?

Dionrray: O Lima ficou na Pro Gaming por um ano como reserva do Minerva, então ele já sabe como funciona o sistema de Gaming House, como funciona nossos treinos, conhece o time, a coach staff. Não tá sendo diferente trabalhar com ele, tá sendo bem tranquilo mas óbvio que ele é bem inexperiente, então tem alguns pontos que a gente precisa ter um pouco mais de atenção e carinho por justamente estar estreando agora, tem toda a diferença de palco, de malícia de campeonato para treino. Mas pouco a pouco a gente ta conseguindo evoluir e acho que só depende da gente mostrar um bom trabalho.

Vocês estão jogando em patch da pré-temporada e fica claro um pouco de dificuldade na adaptação com tão pouco tempo de treino com o patch atual, principalmente no momento dos picks e bans. Na série contra a Falkol eles tiveram um ótimo início, mas vocês conseguiram reverter e virar, como está sendo jogar num patch tão diferente?

Dionrray: Todos os times brasileiros estão meio perdidos, por causa de um patch em que mudou bastante coisa, mudou muito a dinâmica de jogo então uma semana é muito pouco para se adaptar. As equipes nas próximas semanas os times vão começar a ter uma identidade maior, vão criar seus metas e isso vai melhorar.

Mas de fato o meta tá bem confuso ainda mas ao mesmo tempo é divertido porque com a mudança das torres é mais fácil um time conseguir uma vantagem cedo e abusar disso. Só que ao mesmo tempo o que aconteceu muito nesse final de semana foram times conseguindo essa vantagem cedo mas não conseguindo abusar, isso aconteceu com a gente, com a Falkol no primeiro e com quase todos os outros times da Superliga. Então é algo que os times estão trabalhando bastante para as próximas semanas.

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Kristoffer “Utama” Renè chegou em novembro e assumiu o cargo de Head Coach da Pro Gaming (Foto: Reprodução)

Como está sendo trabalhar com o dinamarquês Utama? Você acha que o conhecimento que ele traz da Europa pode ajudar para agregar o seu trabalho aqui no Brasil, conseguindo evoluir mentalmente em jogo para liderar os meninos da Pro Gaming?

Dionrray: Tô gostando bastante de trabalhar com o Utama, tanto dentro e fora de jogo. Ele é um cara bem mais velho, então algumas questões fora de jogo ele tem umas visões diferentes e é sempre bom poder trocar experiência com alguém estrangeiro que tá trazendo uma visão de fora muito boa, que muitas vezes a gente não tinha esse olhar. Mas ao mesmo tempo ele me respeita muito e muito como as coisas funcionam aqui no Brasil.

De forma alguma ele tá sendo autoritário, ele sempre busca saber qual jeito é o melhor: o meu daqui do Brasil ou o dele europeu. A gente tá sempre adaptando e tenho certeza que tá sendo um mix muito legal e no CBLoL vai estar no ponto.


Entrevista: Max Alexandre

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