Mogli pela Netflix: Crítica

O clássico livro de Rudyard Kipling ganha mais uma adaptação cinematográfica, dessa vez pela Netflix e Warner Bros.

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E então O livro da Selva ganha mais uma adaptação cinematográfica, sendo seis filmes contando com esse lançado pela Netflix com parceria com a Warner Bros. Com nomes de peso no elenco, e a projeção da mais famosa plataforma de Streaming, falta a pergunta: e aí? Ficou bom?

mogli-18-11-08-img00.jpgENTÃO…

Ficou meio difícil responder essa pergunta dessa vez. O filme em si tem uma trama boa o que por sua vez é a tarefa mais difícil depois de diversas adaptações que essa obra já teve, com uma de muita qualidade feita pela Disney recentemente. Tendo em vista esse obstaculo, é seguro dizer que esse filme foi bem sucedido. O enredo não tem problemas internos, e a solução para os desafios vão aparecendo gradativamente e em sua maioria surgem de maneira bem natural para os personagens, e o roteiro do filme é interessante, porém o filme peca mais visualmente nos efeitos digitais.

Para uma plataforma de streaming, esse filme tem efeitos digitais muito bons, porém em determinados momentos os efeitos ficam muito escancarados e tira um pouco a atenção da cena em si. Os animais estão bons, e um pouco antropomorfizados, conseguindo ser possível inclusive ver no animal traços dos suas vozes, principalmente no urso Baloo, que em certas cenas lembra sutilmente o Andy Serkis. Inclusive em relação as vozes escolhidas a direção acertou muito bem, com nomes como o já citado Andy Serkis (Baloo), Chirstian Bale (Bagheera), Cate Blanchett (Kaa) e Benedict Cumberbath (Shere Khan), e temos uma entrega muito boa também na dublagem brasileira, que pessoalmente acho que melhora o filme.

Entretanto se os problemas fossem apenas visuais seria ótimo, mas o personagem principal é fraquíssimo. Rohan Chand é um ator mirim bom, já fez trabalhos legais em Homeland e até em Jumanji, mas o Mogli ficou muito fraco, principalmente na primeira metade do filme. Tem momentos que a atuação vai subindo e ele vai conseguindo interagir bem com os personagens de computação gráfica, mas em grande parte do filme é uma atuação desinteressante. Tem-se pouca entrega das emoções que as cenas pedem, e quando começa a ter uma interação maior no núcleo humano do filme, que por sinal é a melhor parte, o filme da uma volta de 180 e volta aos problemas da primeira metade.

Ainda dá para relevar a atuação pelo longo do filme, pois pelo menos o filme em si não fica arrastado, mas determinados momentos trazem informações soltas que parando para pensar tem importância, mas que no momento que foram dadas ficaram muito como uma vírgula na história. No fim, a sexta adaptação da Netflix fica em um grau de 07/10.

E você? O que achou do filme? Deixe sua opinião nos comentários, e siga o Multiverso+ nas redes sociais.

1 comentário em “Mogli pela Netflix: Crítica”

  1. Gostei muito do filme. Representou bem o livro. Maravilhoso, o livro! A atuação do menino,pra mim,foi nos. É difícil contracenar sem os outros atores e atrizes, convenhamos. Muito as ele se sai bem. As vozes estão perfeitas,ainda mais com a semelhança com atores e atrizes.

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