Crítica | Rampage: Sim! Destruição, diversão e bomba

Estreou nessa quinta-feira o filme Rampage, estrelado pelo sempre carismático The Rock, ou como ele prefere hoje em dia Dwayne Johnson, dirigido por Brad Peyton que tem em seu currículo filmes outros filmes com o ator como Terremoto: Falha em San Andreas e A Viagem 2- A Ilha Misteriosa.
O filme é baseado em um jogo obscuro lançado em 1986 para os arcades pela Midway, que consiste em controlar três monstros com o objetivo de destruir totalmente alguma cidade antes das forças do exército o derrotarem. Apesar de simples, o enredo o jogo teve versões para diversas plataformas como Master-System, NES, Nintendo 64 e por último Game Cube, Xbox e Playstation 2.
O jogo veio numa leva de propriedades quando a Warner comprou os direitos de Mortal Kombat da Midway, porém ninguém imaginou que de algo tão simples conseguiria fazer um filme. Na trama Dwayne Johnson é Davis Okoye, um ex-militar, que agora trabalha como primatologista, cuidando dos gorilas, inclusive George, um enorme gorila albino, porém extremamente carismático, inclusive, a relação entre os dois é um dos pontos altos do filme.
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A trama em si é singela e com diversas falhas se colocada no contexto da realidade, mas por sua vez ninguém vai esperando verossimilhança em um filme com monstros gigantes.
Seguindo o enredo, uma empresa chamada Energyne deseja criar armas biológicas, para isso junta dna de vários animais para criar criaturas invencíveis, inclusive o de tubarões que crescem durante toda suas vidas. Isso serviu para explicar os animais se tornando gigantes, com a finalidade de vender a preços bilionários. Os testes feitos numa base no espaço dão errado e três amostras caem na terra, uma afeta um lobo, outra um crocodilo e a última por fim nosso gorila albino George.
A partir daí a Energyne tenta recuperar os animais para recuperar a fórmula, com isso todos os animais acabam indo para Chicago, entre esses pontos temos muitas cenas do Dwayne Johnson como conhecemos, muita ação, força como um bom filme de ação, temos também o ator Jeffrey Dean Morgan, o Negan da série The Walking Dead como um agente do Governo, tentando conter a destruição de toda a cidade dentre outros momentos marcantes.
O filme realmente empolga, porém não tem grandes cenas memoráveis ou falas marcantes, ele cumpre ao que se propõe que é diversão descomprometida.
Nota: 8

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