ESL e DreamHack anunciam fusão e viram ESL Gaming

Na última quarta-feira (30), foi anunciado a fusão entre ESL e a DreamHack. Dessa forma, as duas maiores produtoras de eventos de esports do mundo agora serão ESL Gaming. Ambas já pertenciam a Modern TImes Group (MTG) desde 2015. 

Mesmo com a unificação, os nomes dos eventos se manterão. Contudo, as operações da ESL Gaming serão feitas por um grupo de líderes. Desse modo, chefiados pelos CEOs da ESL, Ralf Reichert e Craig Levine, junto com Marcus Lindmark, CEO da DreamHack. 

Team Secret levantando o troféu da DreamLeague 13
Team Secret conquistou a DreamLeague13 em Janeiro, última Major do Dota Pro Circuit antes da paralização – Reprodução/DreamHack

“A combinação vai, primeiramente, aumentar o valor das empresas, por conta de operações mais organizadas e eficientes, além disso, a nova entidade irá oferecer produtos muito superiores aos do mercado”, disse Maria Redin, presidente e CEO da MTG.

Operações conjuntas

Apesar de estarem debaixo da mesma holding desde 2015, tanto a ESL, quanto a DreamHack operavam de maneira independente. A primeira focando nos eventos Intel Extreme Masters (IEM) e nas edições da ESL One. Enquanto, a DreamHack trabalhava nos torneios que levavam seu nome e a série DreamLeague, a companhia fazia parte do calendário oficial da Valve desde 2013 no CS:GO e 2017 no Dota 2. 

Mesmo operando separadas, ambas já vinham cada vez mais compartilhando recursos e acordos. No início do ano, tanto a ESL quanto a DreamHack haviam fechado um acordo de exclusividade com a Twitch. Ainda no início do ano, foi anunciado que as empresas iriam realizar os circuitos competitivos de Hearthstone e Starcraft II de 2020, ambos títulos da Blizzard. Por fim, depois de anos longe da Valve, a ESL iria realizar torneios oficiais para CS;GO e Dota 2, títulos onde a DreamHack já era muito tradicional e presente.

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