VCTBR: Confira os resultados de estreia da Fase 1

Neste sábado (3), aconteceu a estreia da Fase 1 da Terceira Etapa do VALORANT Challengers Brazil. Onde ocorreram a abertura dos jogos em partidas MD1.

No Grupo A, a Team Vikings venceu a Stars Horizon por 13 a 9. Em seguida, a FURIA bateu a SLICK por 13 a 4. No Grupo B, a Sharks venceu o NOORG 2.0 por 13 a 10. Por fim, a Gamelanders Blue venceu a Havan Liberty com o placar de 13 a 6.

Como resultado, as equipes derrotadas se enfrentarão neste domingo (4), em partidas MD3 eliminatórias na Lower. No Grupo A, Stars Horizon enfrentará a SLICK. Em seguida, no Grupo B, NOORG 2.0 enfrentará a Havan Liberty.

A primeira fase da Terceira etapa do VALORANT Challengers Brazil acontecem nos fins de semana, a partir das 17h. A transmissão da etapa acontece nos canais oficiais da TwitchYoutube e NimoTV.

Os Confrontos

Team Vikings x Stars Horizon

Haven

O confronto de estreia da etapa aconteceu na Haven. No primeiro half, a Stars Horizon começou abrindo o placar com a vitória do round pistol e o antieconômico em seu lado atacante. Entretanto, a VKS encaixou suas jogadas agressivas em seu lado defensivo, assim virando e dominando o half. A equipe da Stars reagiu no fim do half vencendo os dois últimos rounds. Como resultado, a VKS finalizou o half com uma pequena vantagem de 7 a 5.

No segundo half, foi a vez da VKS vencer o round pistol e o antieconômico. Entretanto, a Stars Horizon jogou com uma defesa avançada e agressiva, assim conquistando espaço e abates nos confrontos. Por fim, com a boa composição de utilitárias e jogadas individuais, a VKS foi superior no fim do half e fechou a Haven com a vitória de 13 a 9.

VCTBR - VKS x SH
Reprodução: Valorant Brasil / Riot Games

Coletiva

Na coletiva de imprensa, o jogador da VKS, Gustavo “Sacy” Rossi comentou sobre a vitória em cima da Stars Horizon: “Sobre essa MD1 de hoje, consideramos um desafio. Na minha opinião, é um dos melhores times na Haven, e para nós foi um desafio. É uma conquista ganhar na Haven deles porque a gente sempre perdia neste mapa. Escolher a Haven sempre foi nosso intuito. A gente testou e deu certo”.

Já pela Stars Horizon, o pro player Deivid “Fuzari“, respondeu sobre o que faltou para sua equipe vencer a VKS: “Foram os rounds cruciais e detalhes que custaram a partida. A gente precisa ficar mais atento para conseguir jogar melhor junto e usar bem as habilidades quando for necessário”.

FURIA x SLICK

Bind

Na primeira metade, a equipe da FURIA começou dominante no mapa com ofensivas agressivas e um bom domínio nos espaços do mapa. Como resultado, a equipe neutralizou a defesa da SLICK e fechou a primeira metade por 10 a 2.

Na virada de lados, a SLICK reagiu vencendo os dois primeiros rounds do half. Entretanto, a partir do primeiro armado, a FURIA retomou o controle dos spikesides e fechou o mapa por 13 a 4.

VCTBR - FUR x SLK
Reprodução: Valorant Brasil / Riot Games

Coletiva

Na coletiva de imprensa, o coach da FURIA Carlos “Carlão” Mohn, comentou sobre o confronto contra a SLICK nesta MD1: “O balanço que faço de hoje é muito produtivo. Acho que foi fruto de um trabalho que a gente vem fazendo. Não só nesse mapa da Bind como em um modo geral. Não esperava que seria tão clean assim porque a SLICK é um time muito forte. Então sendo clean desse jeito, sendo um mapa muito controlado do começo ao fim, fez a gente mostrar um nível que a gente está buscando”.

Já o coach da SLICK, Nicolas “nckzera” Dorneles, comentou sobre os erros que SLICK cometeu nesta partida: “Eu acho que faltou nesse jogo especificamente foi atitude. Jogamos com pouca atitude e deixamos eles [FURIA] entrarem muito. Nós não tentamos jogar, ficamos muito acuado. Até foi o que a gente conversou depois do jogo. Acho que um pouco de nervosismo também. Mas é claro que a vamos amanhã jogar com outra mentalidade. Tentar jogar com o nosso jogo que realmente treinamos, porque o que jogamos hoje não foi o que treinamos. Deixamos a FURIA jogar”.

Sharks x NOORG 2.0

Icebox

Na primeira metade, a NO2 tentava repelir as ofensivas da Sharks nos spikesides. Entretanto, os tubarões venceram os clutchs decisivos para fechar os rounds, assim conquistando a vantagem de 6 a 0. Por outro lado, depois de uma pausa tática, a NO2 começou a vencer os rounds com boa leitura de jogadas e retakes. Por fim, a Sharks voltou a pontuar apenas no fim do half, fechando o placar por 7 a 5 na primeira metade.

No segundo half, a Sharks conquistou o round pistol e o antieconômico. Entretanto, após uma pausa tática, a NO2 reagiu e virou o jogo no placar de 10 a 9 em seu lado atacante. Por outro lado, os tubarões reagiram com bons retakes e controle de spikesides, assim vencendo a NOORG por 13 a 10.

VCTBR - SHK x NO2
Reprodução: Valorant Brasil / Riot Games

Coletiva

Na coletiva de imprensa da Sharks, o jogador Wallacy “prozin” Sales respondeu sobre qual foi o fator para virar e vencer a partida: “Desde que a gente voltou da Islândia, voltamos com outro pensamento. A gente vem treinando com outras composições, vendo qual é a melhor e qual agente fica mais confortável para cada jogador. E acredito que estamos muito fortes. O desempenho que tivemos na Islândia terá muita evolução ainda”.

Representando a NOORG 2.0 na coletiva, o pro player Lucas “lukzera” Soares comentou sobre a recuperação que a equipe teve durante o segundo half da Icebox: “Acredito que o começo do jogo, até o 6 a 0, foi muito no detalhe. Acho que teve muitos rounds que foram decididos no 1×1 e outros detalhes que custaram o round. Só que na defesa conseguimos retomar um pouco e virar um half 7 a 5. E no ataque, eu acredito que o round 2×5 que eu e o Konan vencemos, trouxeram a equipe de volta. Até pela quebra econômica que fizemos neles [Sharks]”. Por fim, lukzera completa: “E apenas praticamos o que treinamos mesmo e fomos encaixando no ataque contra eles. Mas acredito que os detalhes no começo da partida fizeram a diferença no resultado”.

Gamelanders Blue x Havan Liberty

Icebox

Na primeira metade, a GLB começou dominando em seu lado defensivo, onde a equipe explorou os erros da Havan Liberty e conquistou rounds com bons retakes. Como resultado, GLB abriu vantagem no fim da primeira metade por 9 a 3.

No segundo half, a Havan Liberty conseguiu vencer o round pistol e o antieconômico, mas GLB retomou o controle a partir do round armado. A Havan tentou evitar a vitória da equipe adversária e levar para o overtime, mas a teamplay da GLB continuou hegemônica, assim fechando o mapa por 13 a 6.

VCTBR - GL x Havan
Reprodução: Valorant Brasil / Riot Games

Coletiva

Na coletiva, o coach da GLB, Ian “shaW” Jardim, respondeu sobre as como está o treinamento da Gamelanders para conseguir a vaga no Masters: “Os meninos da Gamelanders são muito competitivos. Pela necessidade de quererem voltar a ganhar, eles se tornaram muito abertos tanto as sugestões que eu vim trazendo e o modelo de jogo que o Lucas “BELKY” também tem. Nós fazemos um plano de jogo, nós testamos ele, depois revisamos a partida. Tentando ver o que erramos e o que acertamos”. Por fim, shaW afirma que “essa dedicação tem se refletido dentro do jogo”.

Em seguida, o coach Ricardo “rik” Furquim, da Havan Liberty, comentou sobre o que faltou para vencer a Gamelanders: “Para ganhar da GLB faltou a gente trabalhar o fora do jogo. Esse nervosismo que eu senti do time talvez tirou um pouco do nosso brilho. Então acho que foi um pouco off game, dentro do game estávamos preparados. Mas aconteceram algumas coisas de nervosismos que tiraram muito do nosso foco. Que acho completamente normal depois de um mês e meio sem jogar campeonato. Então acaba que o nervosismo bate”.

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Sempre atento no mundo do cinema, games e esports. Atualmente escrevo sobre CS:GO e Valorant. Jornalista formado pela Universidade Anhembi Morumbi.

Caio Rozendo

Sempre atento no mundo do cinema, games e esports. Atualmente escrevo sobre CS:GO e Valorant. Jornalista formado pela Universidade Anhembi Morumbi.