The 100: Embarque no mundo pós-apocalíptico

Eis uma ótima notícia para você, que ainda não assistiu, ou para quem quer continuar assistindo, mas se perdeu em alguma temporada: estarei fazendo uma retrospectiva de tudo o que rolou até agora em The 100.

Antes de iniciar as críticas de cada temporada, farei um resumão do que é a série. Com isso, quem ainda não assistiu terá a oportunidade de analisar se embarcará no mundo pós-apocalíptico da série. Vamos lá?

A trama se passa quase 100 anos depois de uma guerra nuclear que deixou o planeta terra inabitável. Quem ficou para contar história encontra-se em uma estação espacial chamada de “Arca”. Ela é composta por diversas estações, cada uma representando um país.

Fato é que muito tempo se passou e, com isso, os recursos diminuíram, inclusive o principal deles: o nosso querido oxigênio. Para não ocorrer a extinção da raça humana, os conselheiros da Arca, responsáveis por tomar decisões em nome de todos, resolveram colocar em prática uma medida arriscada. Isso envolveu 100 jovens prisioneiros, que foram enviados à Terra para analisar a possibilidade de ser habitada novamente.

Será que eles sobreviverão? Se sobreviverem, estariam sozinhos no planeta? The 100 está disponível na Netflix, ok?

The 100: O que esperar da primeira temporada

Se você chegou até aqui, acredito que é porque já sabe que quase todos sobreviveram, que a terra é habitável e que eles não estão sozinhos. Mas o que houve com os roteiristas nos primeiros episódios?! Preciso confessar que quando comecei a assistir, lá em 2016, fui até o terceiro EP e desisti. Daí que há uns meses atrás, fuçando a Netflix, me deparo com The 100, já em sua sétima temporada, no TOP 10 da plataforma. Ah, vá! Pera, o que houve? O que perdi? A resposta é simples, desisti antes da série engatar e evoluir de fato.

— A PARTIR DAQUI CONTÉM SPOILERS —

Nos primeiros episódios ocorreu um erro que não se deve cometer em começo de temporada, principalmente a primeira. Aquele jogo de liderança entre Clarke e Bellamy me fez voltar ao ensino fundamental, aliás, nem isso porque essa minha época foi boa. Não dá para entender quem são os personagens e suas motivações, pois os diálogos são vazios e quando não são, tornam-se repetitivos. É como se eles fossem ninguém, fazendo vários nadas. Não à toa, achei foi boa a morte de Wells, um personagem que tinha tudo para dar certo.

Mas aos poucos observamos que toda ação tem uma boa consequência. Quando o Lincoln, um Terra-Firme, é capturado, inicia-se o mistério. Descobrir que existe uma tribo habitando a Terra traz curiosidade ao espectador em saber quem é esse povo, como sobreviveram a guerra nuclear, o que querem, o que sabem e se existem outras tribos ali.

Enquanto isso, na Arca, uma sequência infinita de decisões inconsequentes são tomadas pelos conselheiros, mas nada que prenda a atenção como aquele momento em que algumas centenas de pessoas se disponibilizam à morrer por outras. Também posso citar aquela cena, e as seguintes, que descobrimos Diane, a nova conselheira, como uma traidora.

O último episódio é excelência em final de temporada. Após explodirem a bomba, Clarke, imaginando que a maioria dos rivais tinham morrido, abre o portão. Nesse momento em que todos são surpreendidos com uma fumaça vermelha, deixando-os desmaiados, vem o gatilho perfeito para a segunda temporada. De onde veio? Quem foi o responsável?

The 100

Ano: 2014
País: EUA
Temporadas: 7

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